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Gustavo Hofman
Jornalista, 27 anos, apaixonado por futebol. Já passou por Folha de S. Paulo, Terra, entre outros. Também arrisca alguns dribles no jornalismo empresarial. Atualmente trabalha na Trivela.
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19/08/2008 13:30

Chegou a hora

Depois da derrota por 3 a 0 para a Argentina, pelas semifinais das Olimpíadas de Pequim, chegou a hora do técnico Dunga dizer adeus. O Brasil foi ridículo em campo, assim como tem sido nos últimos meses.

Não dá mais para manter Dunga no cargo. A equipe não tem qualquer padrão de jogo, atua sempre com os nervos à flor da pele e ainda apelou no final contra os argentinos. Foi um papelzinho.

Se a CBF queria uma boa hora para escolher um novo treinador, deve aproveitar o momento. Ou então, esperar por mais vexames.
enviada por Gustavo Hofman



15/08/2008 13:40

Who the hell

Este blog é sobre futebol, mas certas coisas precisam ser repercutidas independente do meio.

Como o presidente norte-americano George W. Bush tem a desfaçatez de pedir que alguém respeite a "soberania" e a "integridade territorial" de um país? No caso, ele se refere à Rússia em relação à Geórgia, nação aliada dos Estados Unidos no Leste Europeu.

Bush júnior vai além: "...a Rússia precisa respeitar a liberdade dos países vizinhos (...) Só a Rússia pode decidir, agora, se quer retornar ao caminho das nações responsáveis ou se quer continuar criando uma política que promete somente confronto e isolamento".

Em que mundo ele vive? Por mais que todos conheçam sua estupidez, será que ele não pode ter o mínimo de bom-senso de não criticar atos que ele mesmo comete? Enfim, certas coisas não mudam mesmo. E cara-de-pau, pelo visto, é uma delas.
enviada por Gustavo Hofman



14/08/2008 14:57

Consequências da guerra

*Parte da minha coluna publicada nesta semana na Trivela

O conflito entre Geórgia e Rússia na Ossétia do Sul já deixou milhares de mortos, entre soldados e civis. Um cessar-fogo foi acertado, mas a tensão continua alta na região separatista, que almeja sua independência dos georgianos e anexação ao território russo, para se unir à Ossétia do Norte. Além de todo drama social que uma guerra provoca, mais uma vez o futebol também foi atingido.

A temporada do Campeonato Georgiano só começa no final do mês, mas há uma incerteza grande acerca das datas e da participação de algumas equipes. Além da Ossétia do Sul, a região de Abkházia, no norte do país, também se envolveu no conflito por motivos similares e com apoio e defesa russo.

Essas duas regiões possuem representantes na Umaglesi Liga. O Spartaki Tskhinvali,da Ossétia do Sul, foi fundado em 2007, reorganizando outro time, o FC Tskhinvali, dissolvido por problemas financeiros. Desde então, a equipe ocupa um posto no topo do cenário nacional, mas sem causar muitos danos aos principais adversários. O Spartaki manda seus jogos no estádio Temur Burjanadze, localizado na cidade de Gori, a 90 km de Tskhinvali, com capacidade para pouco mais de 8 mil pessoas. Ambas cidades foram muito atingidas e sofreram danos estruturais na guerra.

Da Abkházia vem outro dos 12 times do Campeonato Georgiano, o Mglebi, de Zugdidi, cidade que foi ocupada por tropas russas. O clube também é jovem, fundado apenas em 2006, e assim como o Spartaki não conquistou nada ainda.

A guerra entre Geórgia e Rússia também já resultou no cancelamento da partida de ida no confronto entre WIT Geórgia e Áustria Viena, nesta quinta, pela segunda fase preliminar da Copa Uefa. A partida seria realizada na capital Tbilisi. Inicialmente, a Uefa pretendia remarcar o jogo para Rize, na Turquia, mas desistiu da idéia por falta de garantias.

Assim, o WIT será obrigado a decidir a classificação para a primeira fase do torneio continental em jogo único, na capital austríaca, em 28 de agosto. Uma enorme desvantagem.

A seleção nacional é outra que sofre com o conflito. O jogo entre Geórgia e Irlanda, marcado para 6 de setembro, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2010, pode ser transferido, já que está programado para acontecer em Tbilisi.

“A Fifa está monitorando de perto a situação na Geórgia. Contudo, é muito cedo para especular sobre as possibilidades”, afirmou a Fifa, através de um comunicado oficial. A entidade estuda a possibilidade de manter o confronto na Geórgia ou transferir para um local neutro.

Outra partida, um amistoso contra o País de Gales, no próximo dia 20, em Swansea, também deve sofrer alterações ou ser cancelado. A federação galesa entrou em contato com a georgiana para confirmar se a equipe gostaria mesmo de disputar a partida.

Saindo do futebol, até mesmo nas Olimpíadas os atletas sofrem com isso. Além de toda dor e insegurança sobre a situação de parentes e familiares, em um primeiro momento o presidente da Geórgia, Mikheil Saakashvili, pediu que todos abandonassem os jogos e voltassem para defender seu país. Mais tarde ele mesmo voltou atrás em seu pedido.

Enfim, por mais que muitas pessoas insistam em fechar os olhos para a política e imaginar que só existe futebol no mundo, o mundo real vem e lhes dá uma porrada.
enviada por Gustavo Hofman



12/08/2008 01:29

Aí é fácil

A seleção brasileira olímpica de futebol deu show contra a Nova Zelândia e, se nada de errado acontecer, vai golear também a China na próxima rodada. De um dia para o outro, todos pararam de criticar Dunga, Ronaldinho voltou a ser rei e por aí vai.

Que fique bem claro: contra Nova Zelândia e China o Brasil tem a obrigação de ganhar tranquilamente. Quero ver jogar bem contra a Argentina, Itália ou Holanda nestas Olimpíadas.

Ronaldinho tem sido super cobrado. Contra a Bélgica, fez uma partida razoável, mas a expectativa é que ele acabe com todas as partidas. Diante dos neozelandeses foi muito bem. Quem sabe não serviu para ganhar confiança e ritmo de jogo.

Analisando as outras partidas do torneio olímpico, o Brasil tem reais chances de ficar com o ouro. Duro seria aguentar o Dunga depois... e não é torcer contra, mas pensar a longo prazo.

enviada por Gustavo Hofman



07/08/2008 15:52

Cartolagem dinamitada

Matéria publicada originalmente na Revista Carta Capital, número 503, de 9 de julho de 2008.

Por Gustavo Hofman e Ubiratan Leal

"Por esta obsessão (ao Vasco) entreguei a minha vida. Agora, quando os dias derradeiros dessa trajetória vão passando com rapidez, noto que vivi em função desta paixão sem nenhum pudor em me doar. Sem limites.” Em sua carta de despedida do Clube de Regatas Vasco da Gama, Eurico Miranda não deixou frases de efeito, tampouco disse que deixaria o cargo para entrar na história. Concentrou-se em falar no quanto se entregou ao clube de São Januário. De fato, ninguém duvida do envolvimento de Eurico. O problema está no objetivo de tamanha dedicação.

Representado por Amadeu Pinto da Rocha, Eurico Miranda foi derrotado pelo ex-jogador Roberto Dinamite por 148 votos a 102 nas eleições presidenciais de 25 de julho. Sua saída da presidência do Vasco é saudada como um grande momento para o futebol brasileiro. O vascaíno era um símbolo do dirigente esportivo brasileiro das antigas: totalitário e dado a atitudes nebulosas. Até que perdeu o controle sobre a própria gana e ruiu.

A novela da sua saída do poder exemplifica bem o modus operandi da cartolagem nacional. Eurico criou uma estrutura institucional quase indestrutível. O presidente era escolhido por votos do Conselho de Beneméritos, cujos integrantes eram indicados pelo próprio presidente, e do Conselho Deliberativo, estes escolhidos por eleição da Assembléia-Geral.

Apenas esses detalhes já dariam clara vantagem ao mandatário. O dirigente recém-derrotado, contudo, foi além. A diretoria manejava o registro de sócios de acordo com seus interesses. “O Eurico cadastrava sócios que ele indicava. Tinha caso de aliados votando duas vezes e de sócios inadimplentes sendo perdoados em troca de votos”, comenta José Henrique Coelho, presidente do Movimento Unido Vascaíno (MUV), grupo de oposição a Eurico Miranda, e vice-presidente de marketing da diretoria recém-eleita. Com manobras como essas, garantia a maioria no Conselho Deliberativo.

Para quebrar essa estrutura de poder, o MUV criou uma chapa para a eleição em 2003. Foi derrotado, mas conseguiu minar o adversário: elegeu 30 integrantes no conselho. A partir daí foi possível avaliar a lista de eleitores e encontrar indícios para brigar judicialmente por transparência. Em 2006, Dinamite perdeu a eleição por 102 votos. No meio do caminho, um mistério: o número de votos apurados superou o de eleitores. A oposição entrou na Justiça. A eleição foi impugnada, mas Eurico assumiu o poder e arrastou a nova eleição até 2008. Durante o período, perdeu ainda mais prestígio e, na semana passada, finalmente teve de abandonar o trono.

Fisioterapeuta e bacharel em Direito, Eurico Miranda entrou para o Vasco em 1967, como diretor de cadastro. Para os torcedores, esse filho de imigrantes portugueses virou uma figura mais conhecida no início da década de 1980. Sua intervenção foi importante para impedir que Dinamite, antiga estrela do time, acertasse com o Flamengo após uma passagem frustrada pelo Barcelona. O atacante acabou retornando ao Vasco. Nos anos seguintes, o cartola passou para a oposição, perdendo duas eleições para o ex-aliado Antônio Soares Calçada. Ambos fizeram as pazes em 1988. Eurico era vice-presidente de futebol, mas seu poder era tão grande que o atacante Romário chegou a afirmar que o clube vivia sob um regime “vice-presidencialista”.

Também se tornou o representante do Vasco no Clube dos 13, associação dos principais times de futebol do País. Nessa função, protagonizou uma das muitas polêmicas em que se meteu. Em 1987, a entidade foi encarregada de organizar o Campeonato Brasileiro. A CBF, que se dissera incapaz de fazê-lo, voltou atrás e quis incorporar a chamada Segundona à Primeira Divisão. O Clube dos 13 ignorou a proposta da CBF, que, mesmo assim, viabilizou seu plano. Como? “O Eurico era nosso interlocutor na CBF. Ele nos traiu e deu sinal verde para a CBF virar a mesa”, diz Carlos Miguel Aidar, na época presidente do Clube dos 13 e do São Paulo.

A decisão do dirigente vascaíno não saiu de graça. Seu poder na CBF cresceu geometricamente nos anos posteriores. Foi ele, por exemplo, o responsável pela indicação de Sebastião Lazaroni, ex-treinador do Vasco, ao comando da seleção brasileira na Copa de 1990.

Na década passada, o cartola cruz-maltino entraria em outras nebulosas. Defendeu diversas mudanças de regulamento para favorecer seu time. Alegou ter sido assaltado quando voltava para casa carregando os 70 mil reais da bilheteria de um clássico entre o Vasco e o Botafogo. Ordenou que torcedores feridos na queda dos alambrados de São Januário saíssem do gramado para que a final da Copa João Havelange, entre Vasco e São Caetano, pudesse prosseguir. Por birra da Globo, fez seu time entrar com o logotipo de uma concorrente na camisa.

A ambição foi sua ruína. Em 1994, foi eleito deputado federal pelo PPR com o mote “represento o Vasco no Congresso”. Quatro anos depois, foi reeleito. Nessas duas legislaturas, rapidamente se incorporou à Bancada da Bola, grupo de parlamentares defensores dos interesses da cartolagem no Congresso Nacional.

Nessa mesma época, o Vasco obtinha grandes resultados devido a uma parceria com o Bank of America. O banco investiu milhões de dólares, de olho nos lucros que viriam com a esperada – e sempre adiada – profissionalização do futebol nacional. Mas os norte-americanos não tinham o controle sobre o uso da verba. Eurico investiu no reforço da equipe, que conquistou dois vice-campeonatos mundiais, a Copa Libertadores e dois Campeonatos Brasileiros entre 1997 e 2000.

Os títulos lhe deram uma sobrevida, mas seu período glorioso já eram águas passadas. Quando o Vasco rompeu com o Bank of América, veio à luz a situação pré-falimentar. O clube contratara atletas por salários estratosféricos e acumulara dívidas de mais de 200 milhões de reais, de acordo com estimativa da diretoria recém-eleita.

As críticas, antes discretas, aumentaram. Os problemas, também. Apesar de afirmar que nada foi provado contra ele, as sentenças judiciais têm sido duras com o cartola. Nos últimos anos, o dirigente foi condenado à prisão e ao pagamento de expressivas indenizações.

As investigações das CPIs do Futebol na Câmara e no Senado também levantaram várias fraudes relacionadas às administrações de Eurico. Em 2001, o deputado foi cassado por movimentação ilegal em uma operação de câmbio. Tentou voltar a Brasília em 2002, mas não se elegeu. Em 2008, o TSE impediu que saísse novamente candidato (no caso, a vereador). Motivo: falta de condições morais para exercer um mandato.

A fragilidade política se fez perceber. Eurico teve derrotas na Justiça fundamentais para sua queda no Vasco. Sua trajetória estava no fim. Percebendo que não ganharia as eleições, deixou o aliado Amadeu Pinto da Rocha liderar sua chapa nas eleições. Como esperado, Rocha perdeu.

Caso cumpra a promessa de se afastar definitivamente do Vasco, Eurico Ângelo de Oliveira Miranda será um capítulo encerrado na história do Vasco e do futebol brasileiro. A torcida agradece.
enviada por Gustavo Hofman



04/08/2008 12:24

Moscou

Não sei se todos que lêem este blog sabem, mas sou colunista de futebol russo na Trivela. A maioria me acha louco, mas para os que compartilham da curiosidade e paixão pela Rússia, abaixo vai um link para ótima matéria sobre Moscou, publciada na National Geographic Brasil.

Naturalmente, qualquer material que a National produza já se enquadra entre os melhores que o tema possa abordar. Neste texto sobre a capital russa, o romancista Martin Cruz Smith mergulha nos submundos de Moscou, descrece com audácia a noite moscovita e traz um bom panorama dessa nova Rússia.

Vale a leitura: Moscou nunca dorme

enviada por Gustavo Hofman



30/07/2008 11:30

Deu no NY Times

Matéria publicada há alguns dias no New York Times, sobre a crescente participação de empresas no futebol brasileiro. Entenda-se Traffic e Grupo Sonda.

New York Times

enviada por Gustavo Hofman



28/07/2008 20:26

Subindo

Com o Corinthians na Série B, poucos se atentam para os outros 19 clubes participantes do torneio. Tanto que a excelente arrancada da Ponte Preta, por enquanto, mereceu pouco (ou quase nenhum) destaque.

Neste final de semana, o time bateu o Avaí, em Campinas, por 3 a 2, e conquistou a quinta vitória consecutiva. Com o resultado, foi a 25 pontos e pulou para a segunda colocação, atrás somente do time do Parque São Jorge.

A Ponte começou muito mal a competição. Após o vice-campeonato paulista, todos apostavam na equipe comandada pelo ótimo Sérgio Guedes como uma das favoritas ao acesso, já que o elenco foi praticamente mantido. Pois uma seqüência de maus resultados e derrotas inesperadas em casa derrubaram o treinador.

Para seu lugar chegou Paulo Bonamigo, que demorou um pouco, mas conseguiu fazer esse time reencontrar o bom futebol do primeiro semestre.

Aranha segue firme e seguro no gol. Na defesa o experiente César saiu e deu lugar ao eficiente Gum, que junto com Jean forma uma excelente dupla de zaga. As duas laterais voltaram a ter eficiência, com Eduardo Arroz e Vicente.

No meio, o esquema de três volantes foi abandonado. Com a contratação de Jairo, este se tornou titular ao lado ou de Bilica, Deda ou Ricardo Conceição. Na armação das jogadas, Renato ganhou a companhia de Leandrinho, que na prática chegou ao Moisés Lucarelli para substituir Elias, negociado com o Corinthians. Além deles, Bonamigo ainda tem a opção no banco da revelação André.

O ataque também voltou a funcionar. Luís Ricardo segue como titular e tem ao lado Wanderley, que com tranqüilidade e confiança do treinador, voltou a marcar frequentemente. Isso sem falar nas opções Marcelo Soares, Danilo Neco e Moraes.

Enfim, a Ponte Preta voltou aos trilhos do acesso, e pelo jeito, não sai mais.

Atualização: mesmo com a saída de Wanderley, à regalia da Ponte Preta, o time não perde muito por ter boas peças de reposição.
enviada por Gustavo Hofman



22/07/2008 23:27

Nota de tristeza

Faleceu nesta terça-feira, em São Paulo, vítima de um ataque cardíaco, o jornalista Luiz Fernando Bindi. Foi embora cedo, com apenas 35 anos.

Tive a chance de conhecê-lo no ano passado, no aniversário do meu colega de Trivela Leonardo Bertozzi. Sempre fui admirador de seu trabalho. Bindi é o responsável pelo site www.distintivos.com.br.

Parabéns por seu trabalho Bindi. Desejo força aos familiares nesse momento.

enviada por Gustavo Hofman



10/07/2008 15:16

Tchau Roger

Finalmente terminou de maneira oficial a passagem do meia Roger pelo Corinthians. Apesar de ter saído do clube há tempos, ele ainda mantinha vínculo contratual com o clube, algo que se encerrou nesta quinta-feira.

De talento inestimável e inquestionável, infelizmente e aparentemente, o futebol deixou de ser prioridade para o jogador nos últimos anos. Apesar da boa fase vivida neste ano pelo Grêmio...

Campeão brasileiro de 2005 pelo Corinthians, a maioria da torcida corinthiana, quando lembra de Roger, pensa no pênalti perdido contra o Figueirense na Copa do Brasil daquele ano.

Corinthians aceita pedido de demissão de Roger

Por Agência Corinthians
10/07/08 - 14h05

A diretoria do Sport Club Corinthians Paulista informa que recebeu e aceitou nesta quinta-feira o pedido de demissão do atleta Roger Galera Flores.

Tendo em vista que o jogador não vinha sendo aproveitado no time e que seu contrato de trabalho terminaria no final de 2008, o Corinthians decidiu liberá-lo para não ter que arcar com seus vencimentos, o que gerará considerável economia aos cofres do clube.

Pelas regras da FIFA, Roger poderia firmar pré-contrato de trabalho com qualquer equipe sem que o Corinthians recebesse nenhuma indenização, já que o vínculo encontrava-se nos últimos seis meses de vigência.

Vale ressaltar que Corinthians e Roger encerram o contrato com quitação recíproca das obrigações assumidas por ambas as partes.


enviada por Gustavo Hofman






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