03/07/2009 00:12

Cruzeiro x Estudiantes

Na primeira fase da Libertadores, o Estudiantes seria campeão sobre o Cruzeiro. Em Belo Horizonte levou de 3 a 0, mas em La Plata aplicou 4 a 0 no time mineiro.

Brincadeiras à parte, a final desta edição da competição sul-americana será extremamente equilibrada. Não dá para apontar um favorito entre Estudiantes e Cruzeiro.

O time mineiro tem o melhor atacante em atividade no Brasil, fora o Ronaldo, que é hors concours, mas não consegue jogar tantas partidas. Além disso, tem um grande meia (Wagner) e outro que corre por todos (Ramires). A defesa é razoável, mas bem armada por Adílson Batista.

Por sua vez, a equipe argentina tem um fora de série (Verón), um excelente goleiro (Andújar) e um bom atacante (Boselli). Em casa é muito forte, principalmente com a pressão exercida pelos torcedores.

O primeiro confronto é em La Plata, e isso pode ser um perigo para o Cruzeiro. Kléber vai apanhar até não poder mais - tem se mostrado bem mais calmo. Muito difícil apontar alguém, mas para não deixar de dar um palpite, aí vai: Estudiantes campeón. E Verón repetirá o feito do pai.

enviada por Gustavo Hofman



02/07/2009 20:49

Nada de puxa-saquismo

Jogadores ou treinadores brasileiros costumam elogiar somente jogadores ou treinadores brasileiros. Nesta quinta-feira, Cafu foi uma exceção à regra. Criticou o nível do futebol nacional e quando questionado sobre o melhor técnico da sua carreira, escolheu um estrangeiro.

“O Zeman, que me treinou na Roma, foi o melhor técnico que tive. Taticamente ele é o melhor”, disse Cafu, referindo-se a Zdenek Zeman, treinador tcheco da Roma entre 1997 e 99 e cujo último clube foi o Estrela Vermelha em 2008.

O ex-jogador da Seleção aproveitou para dizer que ainda não decidiu se seguirá jogando ou não, mas desancou o futebol brasileiro. “Achei que o nível técnico no Brasil estaria melhor. Me surpreendeu”.

Falou também sobre Dunga, os problemas na lateral-esquerda, Mundial de 2002...

Cafu desaprova Daniel Alves na esquerda

enviada por Gustavo Hofman



02/07/2009 09:17

Corinthians campeão

Foi impressionante. O Corinthians sobrou em campo no segundo jogo da final da Copa do Brasil. Poderia ter goleado o Internacional, em pleno Beira Rio. No final, o 2 a 2 foi justo para premiar o ótimo time colorado também, apesar das atitudes ridículas de alguns jogadores (D’Alessandro e Kléber principalmente) procurando briga. O Timão é campeão com todos os méritos.

Como bem escreveu o colega Maurício Noriega em seu blog, foi a redenção do Corinthians, um retorno espetacular da queda no Campeonato Brasileiro em 2007. Cerca de um ano e meio depois do rebaixamento, o Parque São Jorge explode em alegria com a conquista da terceira Copa do Brasil e a participação assegurada na Libertadores no ano do centenário. Haja pressão.

E os corinthianos sabem na conta de quem devem colocar mais esse título, de um ano que está sendo perfeito: Mano Menezes. É o melhor treinador do Brasil no momento longe. Entende muito de táticas, sabe decifrar o adversário, consegue motivar o grupo e ainda lidar com picuinhas criadas por imprensa, diretoria e até mesmo jogadores.

Ronaldo, que mesmo gordo faz a diferença, sabe que se não fosse por Mano, ele não teria mais essa redenção na carreira. O Fenômeno deve muito ao treinador corinthiano pela forma como é tratado, com paciência e tática favorável. Sem falar no empenho de atletas como Dentinho e Jorge Henrique, que se matam em campo pelo ídolo.

Agora, para os próximos meses, a diretoria certamente já iniciará o trabalho visando o centenário e a tão desejada Libertadores. Será uma pressão enorme. Contratações certamente virão. A torcida está motivadíssima. Mas nem por isso o Brasileirão tem que ser deixado de lado. Afinal, se o Cruzeiro em 2003 levou as duas competições, porque esse time corinthiano tambén não pode?

enviada por Gustavo Hofman



01/07/2009 09:31

Palpites decisivos

Para quem gosta de futebol, essa semana é espetacular. Nesta quarta-feira, Corinthians e Internacional decidem o título da Copa do Brasil no Beira Rio. Já em Montevidéu, Estudiantes e Nacional disputam a primeira vaga na decisão da Libertadores.

Na quinta, é a vez da torcida gremista lotar o estádio Olímpico e empurrar o Grêmio, que está em desvantagem contra o Cruzeiro na competição sul-americana. Assim como estão colorados e uruguaios.

Palpites? Aí vão eles:

Internacional 1x1 Corinthians

Grêmio 2x0 Cruzeiro

Nacional 1x1 Estudiantes

Comemoram, assim, corinthianos, gremistas e uruguaios.

enviada por Gustavo Hofman



01/07/2009 09:18

Quem vai mal e quem vai bem na segundona



Nesta temporada já estava previsto que a Série B do Campeonato Brasileiro seria extremamente disputada. Felizmente, passadas algumas rodadas, isso tem se confirmado – e, naturalmente, com algumas surpresas positivas e negativas. Para conversarmos um pouco sobre a segunda divisão nacional, aponto dois desses destaques. A começar por quem vem surpreendendo pela fraca campanha: Vasco da Gama.

Nesta terça-feira, o time carioca empatou com o Bragantino por 0 a 0, em São Januário – para constar: Carlos Eugênio Simon não deu um pênalti claro para o time de Bragança Paulista na segunda etapa. Foi o quinto empate seguido, sendo quatro sem gols. Após as três vitórias iniciais, o time não se encontrou mais na competição. Depois que foi eliminada pelo Corinthians nas semifinais da Copa do Brasil então, ninguém jogou mais nada.

Com isso, a pressão sobre o técnico Dorival Júnior é grande. Antes da Série B começar, fiz uma entrevista grande com o treinador para a revista Trivela. Na ocasião, entre tantas coisas que ele me disse, ressaltou que “o Vasco não é o Corinthians de 2008, são clubes diferentes”. Isso porque eu achava que, mesmo com uma equipe muito inferior ao time corinthiano, os vascaínos iriam passear na segunda divisão. Mero engano.

Com um time bem limitado em mãos, Dorival não consegue fazer o Vasco render. Fora o goleiro Fernando Prass (que goleiraço), poucos se salvam, enquanto a paciência da torcida vai se esgotando (com Léo Lima, por exemplo).

A zaga é fraca. Os laterais também. No meio, Nilton marca bastante, mas não é suficiente. Carlos Alberto é piada - o contrato está acabando e pode ir embora, não fará falta. E o ataque tem se mostrado ineficaz ao extremo com Élton, Rodrigo Pimpão e mais um monte de gente testada. Até a boa molecada vai se queimando, como o talentoso Alex Teixeira.

Acho muito difícil que o Vasco não suba. Por mais equilibrada que seja a Série B, e com todos esses tropeços, o time da Cruz de Malta está próximo dos líderes. No entanto, eu realmente achava que um clube grande como o Vasco conseguiria se impor mais diante dos adversários nesse seu tour.

Quem vai bem

Agora o destaque positivo desse início de torneio: Guarani (obviamente). E do Bugre falo com propriedade, porque sou de Campinas, moro na cidade (maldita prefeitura de São Paulo que quer acabar com os fretados e me obrigar a vir de carro trabalhar) e conheço muito bem as equipes locais.

A surpresa bugrina é maior ainda, pelo momento vivido pelo clube no Campeonato Paulista. Para quem não sabe, a diretoria está negociando a venda do estádio Brinco de Ouro da Princesa. A permissão para o negócio ser realizado já foi dada pelos sócios do clube, e o presidente Leonel Martins de Oliveira negocia um comprador.

Na imprensa campineira a venda já foi dada como concretizada, mas até hoje nunca foi oficializada. Especula-se muito sobre isso, inclusive sobre a origem do dinheiro que surgiu para a montagem do elenco e comissão técnica para a Série B. Afinal, o Bugre desmontou todo time que caiu vergonhosamente no Campeonato Paulista e montou uma nova equipe.

No torneio estadual o erro foi acreditar demais no técnico Luciano Dias, que fez uma ótima Série C, mas pecou nos reforços trazidos – todos de segunda linha. Para a segunda divisão nacional, o Guarani injetou muito mais dinheiro nas contratações, a começar pelo técnico Osvaldo Alvarez (ele nega, mas seu salário, extra-oficialmente, é bancado por um adiantamento de receitas da Federação Paulista).

Com Vadão no comando, a diretoria foi atrás de reforços bons para uma disputa de segundona. Além disso, acertou em cheio em algumas apostas. O time base é formado por Douglas, Maranhão, Dão, Bruno Aguiar e Andrézinho; Luciano Santos, Cléber Goiano, Rodriguinho e Walter Minhoca; Caíque e Ricardo Xavier.

Do time rebaixado, permaneceram apenas Douglas e os laterais – Maranhão é um dos melhores na direita do Brasil. Além deles, entre os reservas, quem se destaca entre os que ficaram é o volante Gláuber – fora alguns juniores. Com isso, era de se esperar um desentrosamento natural, mas não foi o que aconteceu. Com um início de temporada espetacular, o Bugre já superou inclusive o início do Corinthians em 2008. Até agora, o time campineiro acumula 22 pontos em oito jogos, aproveitamento incrível de 91,7% - é o único invicto entre os 40 times das duas principais divisões nacionais.

Entre os jogadores que chegaram, destaca-se o meia-atacante Caíque. Vindo do Oeste como meia, ele foi adiantado por Vadão e tem sido o melhor do time. Habilidoso, rápido, caiu nas graças, definitivamente, da torcida ao marcar o gol da vitória no Dérbi contra a Ponte Preta. Além dele, os volantes Cléber Goiano e Luciano Santos são outro ponto forte – extremamente eficientes na marcação e com boa saída de bola.

O clube teve sorte também, afinal, refugos como Walter Minhoca estão tendo grandes atuações – as quais mantém Adriano Gabiru, a contratação “galáctica” bugrina no banco. Sem falar na dupla de zagueiros, formada pelos medianos Dão e Bruno Aguiar que tem dado conta do recado (felizmente, porque quem está no banco é Márcio Alemão, que está jogando por causa da contusão do primeiro citado).

Enfim, taticamente (4-4-2) o time bugrino não tem muitos segredos. Com um banco razoável, que tem permitido Vadão trocar peças sem perder o rendimento, o Guarani vai se mantendo na primeira posição, de maneira isolada e merecida. Esse aproveitamento uma hora irá cair, assim como caiu o do Corinthians na temporada passada. Aí caberá ao campeão brasileiro de 1978 ter tranqüilidade para reencontrar o caminho das vitórias e seguir firme e forte para o retorno à Série A.

CURTAS

- Pela oitava rodada, quem também foi bem e conseguiu se manter entre os quatro primeiros foi o Atlético Goianiense, além da Ponte Preta.

- As duas equipes, aliás, estavam entre as favoritas ao acesso desde o início. E certamente permanecerão na briga até o final.

- A Macaca tem um time muito talentoso, com destaque para os jovens Tinga e Danilo Neco. Com a chegada do bom Evando, ex-Avaí, para o ataque, a equipe ganhou muita força.

- Por outro lado, o Campinense segue sua triste trajetória na Série B. São sete derrotas em oito jogos. Uma pena, principalmente por sua torcida que comparece em peso.

- Sem falar em Paraná e Juventude, equipes comuns na Série A, que perigam, seriamente, de cair neste ano. Ah, faltou o São Caetano: esse pode ir.

- Enquanto isso, times como Brasiliense e Duque de Caxias vão surpreendentemente bem. Infelizmente, para quem aprecia a tradição no futebol.

- Já a Portuguesa ainda precisa encontrar uma estabilidade maior. Alterna grandes jogos com atuações pífias.

- Para finalizar o giro, esperava-se mais de Bahia e Figueirense, dois dos mais tradicionais participantes do torneio. O técnico Gallo, no tricolor, não deve durar muito.

enviada por Gustavo Hofman



29/06/2009 14:17

Vai bem, mas nem tanto

A Seleção Brasileira conquistou neste domingo a Copa das Confederações. Sofreu muito mais do que o esperado na final, mas bateu os Estados Unidos, de virada, por 3 a 2. Já não há mais dúvidas: Dunga será o técnico da equipe no Mundial de 2010. E agora?

Não é porque está ganhando que sou obrigado a achar que tudo está mil maravilhas. Não gosto dessa Seleção, acho previsível demais. Não tem jogadas ensaiadas, depende muito dos contra ataques e só consegue atacar pelas laterais. Não é capaz de criar algo além do óbvio. Enfim, basicamente, é a cara do Dunga.

Por outro lado, não sou daqueles que acha que a Seleção tem que ficar dando show. Aquele brasileiro que considera a Seleção a melhor do mundo sempre, mesmo que outros times estejam jogando um futebol melhor. Gosto de times marcadores, que saiam em velocidade para o ataque, enfim, equipes no sentido teórico da palavra.

Porém, sob o comando de Dunga, o Brasil não consegue fazer isso. Como já disse, é previsível demais. Está ganhando, é bem verdade, mas não acho que a Seleção esteja preparada para vencer a Copa.

Ah, mas qual seleção está, então? Depois da derrota para os Estados Unidos, a Espanha certamente crescerá muito. A Itália vai mudar muito até lá. A Inglaterra está voando sob o comando de Fabio Capello. Se não há um favorito absoluto, também não é possível afirmar que não hajam ótimos pretendentes.

Posso estar sendo ranzinza demais? Provavelmente sim. Crítico ao extremo? Com certeza, já que acabamos de levar mais um título. Mas não custa avisar antes. Além do mais, não tenho que concordar com os outros só porque a maioria pensa assim.

enviada por Gustavo Hofman



27/06/2009 14:25

Luxemburgo forçou

Não sou adepto de teorias conspiratórias, mas Vanderlei Luxemburgo forçou a saída do Palmeiras. Sabia que não havia mais o que fazer com esse time. Há tempos queria sair, mas não queria pagar a multa. Pelo contrário, desejava receber o R$ 1 milhão. Com Keirrison, viu a oportunidade de criar o atrito definitivo com a diretoria palestrina.

Óbvio que a saída de Keirrison precisava ser criticada. O Palmeiras virou balcão de negócios da Traffic. Coisa de time pequeno. Mas Luxemburgo deveria discutir isso internamente, não tornar pública sua insatisfação – assim como ele não gosta que jogadores reclamem via imprensa.

Desse modo, conseguiu ficar bem com a torcida palmeirense também. Afinal, saiu porque criticou a negociação de seu principal jogador. Faz, mais uma vez, média com quem lhe interessa.

Luxemburgo é assim mesmo, não dá para se esperar algo diferente dele. O pior é que já comentam sobre a possibilidade de ele assumir o Santos – e até mesmo o Corinthians, caso o time não vença a Copa do Brasil. Absurdo dos absurdos.

Em franca decadência na carreira, Luxa só consegue vencer Campeonatos Paulistas hoje em dia. Foi muito vitorioso no passado recente, mas não é mais. Afinal, ganhar paulistinha ninguém quer.

enviada por Gustavo Hofman



26/06/2009 12:53

Twitter, aí vou eu

Não resisti. Agora também tenho um Twitter. Lutei bravamente nos últimos dias, mas nesta sexta-feira, 26 de junho de 2009, um dia após a morte de Michael Jackson, eu tuitei pela primeira vez.

www.twitter.com/gustavohofman

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enviada por Gustavo Hofman



25/06/2009 23:55

E agora?



Não deu a lógica na Copa das Confederações. Enquanto o Brasil suou para derrotar a África do Sul por 1 a 0, com um gol no final do jogo, a Espanha não soube superar o aplicado time dos Estados Unidos. O tão aguardado confronto entre brasileiros e espanhóis fica para outra oportunidade.

Nesta quinta a Seleção foi a Seleção do Dunga: jogo burocrático, sem criatividade, previsível, atacando pelas laterais, se defendendo mais do que atacando e... vencendo. Por enquanto tudo isso tem dado certo, mas o meu temor é em competições maiores, contra adversários mais focados.

Claro que o Brasil está conseguindo bons resultados, mas o futebol é sofrível. E não é como as equipes de 1994 e 2002. O atual selecionado não tem, nem de longe, o padrão tático desses dois citados. Por isso a ressalva. Não é perseguição, e sim precaução. Até porque, antes de 2006, também estávamos ganhando tudo.

Quanto à Espanha, tenho certeza que foi um acidente de percurso. Para usar outro clichê, os espanhóis perderam na hora que podiam.

A invencibilidade de 35 jogos e as 15 vitórias seguidas poderiam pesar muito mais à frente. La Roja não desaprendeu a jogar, muito menos voltou a ser amarelona, como muitos querem dizer. Teve um dia ruim, contra um adversário em grande momento. Os Estados Unidos têm seus méritos também. Contra o Brasil, porém, precisarão de outro milagre. O terceiro.

enviada por Gustavo Hofman



24/06/2009 14:00

Triste fim

Ele surgiu como uma estrela de nível mundial. Deixou o São Paulo por exorbitantes US$ 35 milhões. Fracassou rotundamente no Betis. Não teve humildade suficiente para disputar a segunda divisão espanhola e pediu para retornar ao Brasil. Falhou também no Flamengo. Teve outra grande chance no Bourdeaux. Ficou apenas na oportunidade.

Na seqüência Al-Nassr e Dallas. O fim da carreira parecia próximo. Resgataram ele e o colocaram no Palmeiras. A transferência para o Itumbiara já diz tudo sobre o sucesso ou não da sua passagem pelo Palestra Itália. Por último, de maneira melancólica, Hai Phong Cement, do Vietnã.

Iria ganhar US$ 12 mil por partida e mais US$ 5 mil a cada gol marcado. Chegou com status de craque, foi festejado pelos torcedores, jogou 45 minutos e faturou US$ 17 mil com um gol de falta. Nesta semana, deixou a equipe. As primeiras notícias informam que uma lesão o impedirá de jogar.

Denílson é um exemplo de carreira jogada fora. Sempre teve talento acima da média, mas não soube usar isso a seu favor. A mentalidade de atleta malandro também o prejudicou muito ao longo dos anos. Mesmo assim, disputou duas Copas do Mundo e venceu uma. Na Copa das Confederações de 1997, foi eleito o melhor jogador da competição. Teve relativo sucesso pela Seleção.

De qualquer modo, por mais que muitas pessoas insistam em ligar Denílson à imagem dele cercado de turcos no Mundial de 2002, seus últimos anos como jogador de futebol falam muito mais alto.

enviada por Gustavo Hofman






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